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Dicas para evitar furto de dados nas compras de Natal

Com a chegada do final do ano e as festas de Natal e Reveillon, associado a injeção de dinheiro proporcionado pelo pagamento do 13º salário, faz com que muitas pessoas vão às compras. E, motivado pela facilidade, muitos estão optando por comprar pela internet, pois não tem loja cheia, não tem vendedor tentando te empurrar produtos, não tem música chata de Natal (kk). Entretanto, é preciso ter alguns cuidados.

Cuidado com as compras é claro, todos tem e todos sempre devem ter. Pesquisar, conferir preços, guardar os prints da tela onde há a informação do preço do produto, do pagamento com o cartão, com o prazo de entrega, e exigir o cumprimento deles.

Todos também sabem que há sempre a possibilidade de arrependimento, pois, ao contrário da loja física, onde se pega o produto, testa e pensa sobre ele, na internet não há essa possibilidade. Então, depois do recebimento, o consumidor tem 07 dias corridos para olhar, testar e pensar sobre o bem comprado e, caso conclua que não era bem isso que queria ou mesmo desista, tem o direito de receber o valor completo pago, inclusive do frete. Mas claro, tem que devolver o produto comprado.

Mas um alerta que quero fazer é sobre os dados:

Há muita gente que aproveita essa época do ano, onde as pessoas estão mais propensas a gastar para roubar os dados via internet. Dados do cartão de crédito, dados de email, dados pessoais como RG e CPF e mesmo dados de endereço.

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O processo de ensino e aprendizado a partir do “Mito da Caverna”

Final de ano é sempre um ótimo momento para análises e observações e relendo o texto de Platão, fiz a seguinte reflexão:
O Mito da Caverna ou “Alegoria da Caverna”, parte da Obra da República, trata sobre um grupo de pessoas que viveram presas e acorrentadas por toda uma vida acreditando que as sombras que viam e os barulhos que ouviam eram das pessoas que os mantinham em cativeiro.
Quando um deles se soltou e pode conferir o que realmente existia primeiramente teve dificuldades para compreender, para poder visualizar com clareza o mundo novo que estava vendo. Isso porque seus olhos estavam acostumados à escuridão e o menor olhar para a claridade e para a luz fazia com que seus olhos doessem.
Depois que retornou e contou aos demais o que havia visto, estes não acreditaram e disseram que ele era louco por contradizer tudo o que haviam acreditado durante toda uma vida.

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